Francisco César acusa Governo de deixar as pescas e os açorianos à deriva

PS Açores - Há 3 horas

O presidente do PS/Açores, Francisco César, alertou para a situação limite que o setor das pescas atravessa e exigiu que o Governo Regional cumpra, com urgência, a promessa de disponibilizar três milhões de euros de apoio aos pescadores.

A partir de 1 de setembro, o preço do gasóleo para as pescas aumenta 16,3 cêntimos por litro nos Açores, passando para 1,395 euros. Trata-se de uma subida superior a 13% num único mês, num setor em que os combustíveis representam, em média, 50% dos custos de produção.

Para efeitos de comparação, na Madeira, o preço do combustível suportado pelo setor das pescas ronda 1,14 euros por litro. A diferença face ao preço praticado nos Açores é de cerca de 25 cêntimos por litro.

Numa embarcação que consuma cerca de mil litros por dia, esta diferença representa aproximadamente 250 euros adicionais por dia em custos de combustível face à Madeira.

“Quando metade dos custos de produção das pescas já corresponde aos combustíveis, um aumento desta dimensão coloca em causa a capacidade dos armadores para manterem as embarcações em atividade”, salientou Francisco César.

Segundo o líder socialista açoriano, só a subida que entra em vigor em setembro pode representar um acréscimo de aproximadamente 160 euros por cada dia de atividade no mar e por embarcação.

“São mais 160 euros por dia apenas em combustível. Numa semana de trabalho no mar, representam cerca de 960 euros adicionais e, num mês com 20 dias de atividade, podem significar mais 3.200 euros de custos”, explicou.

Francisco César sublinhou que este agravamento ocorre num setor que já enfrenta custos elevados, rendimentos instáveis e dificuldades crescentes para manter as embarcações a trabalhar.

O aumento dos custos terá também impacto direto nos consumidores. Com mais despesas para sair para o mar e garantir a atividade das embarcações, o pescado poderá chegar mais caro às lotas, aos mercados e às mesas das famílias açorianas.

“Este não é apenas um problema dos pescadores. Quando os custos aumentam, o pescado fica mais caro para todas as pessoas. O Governo Regional está a deixar avançar uma situação que penaliza quem trabalha no mar e quem compra peixe”, afirmou.

O presidente do PS/Açores recordou ainda que, em março, o Governo Regional anunciou três milhões de euros de apoio aos combustíveis, mas que, cinco meses depois, esse dinheiro ainda não chegou aos armadores.

“Há armadores a abastecer a crédito e já existem embarcações paradas porque deixou de ser possível suportar os custos para sair para o mar. As pescas não vivem de anúncios. Os pescadores precisam de medidas concretas e de condições para trabalhar e levar rendimento para as suas famílias”, afirmou.

Francisco César exige, por isso, que o Governo Regional pague rapidamente os apoios anunciados e encontre soluções que permitam às embarcações continuar a sair para o mar.

“O Governo não pode ficar a assistir enquanto os pescadores açorianos enfrentam custos de combustível superiores aos praticados na Madeira, os custos de produção aumentam, as dívidas se acumulam e o pescado fica mais caro para as famílias. Tem de cumprir o que prometeu e assumir as suas responsabilidades”, defendeu.

Para o presidente do PS/Açores, proteger o setor das pescas significa salvaguardar uma atividade essencial para a coesão económica e social da Região.

“Defender as pescas é defender os pescadores, a economia, o emprego e a vida de muitas das nossas ilhas”, concluiu.

O presidente do PS/Açores, Francisco César, alertou para a situação limite que o setor das pescas atravessa e exigiu que o Governo Regional cumpra, com urgência, a promessa de disponibilizar três milhões de euros de apoio aos pescadores.

A partir de 1 de setembro, o preço do gasóleo para as pescas aumenta 16,3 cêntimos por litro nos Açores, passando para 1,395 euros. Trata-se de uma subida superior a 13% num único mês, num setor em que os combustíveis representam, em média, 50% dos custos de produção.

Para efeitos de comparação, na Madeira, o preço do combustível suportado pelo setor das pescas ronda 1,14 euros por litro. A diferença face ao preço praticado nos Açores é de cerca de 25 cêntimos por litro.

Numa embarcação que consuma cerca de mil litros por dia, esta diferença representa aproximadamente 250 euros adicionais por dia em custos de combustível face à Madeira.

“Quando metade dos custos de produção das pescas já corresponde aos combustíveis, um aumento desta dimensão coloca em causa a capacidade dos armadores para manterem as embarcações em atividade”, salientou Francisco César.

Segundo o líder socialista açoriano, só a subida que entra em vigor em setembro pode representar um acréscimo de aproximadamente 160 euros por cada dia de atividade no mar e por embarcação.

“São mais 160 euros por dia apenas em combustível. Numa semana de trabalho no mar, representam cerca de 960 euros adicionais e, num mês com 20 dias de atividade, podem significar mais 3.200 euros de custos”, explicou.

Francisco César sublinhou que este agravamento ocorre num setor que já enfrenta custos elevados, rendimentos instáveis e dificuldades crescentes para manter as embarcações a trabalhar.

O aumento dos custos terá também impacto direto nos consumidores. Com mais despesas para sair para o mar e garantir a atividade das embarcações, o pescado poderá chegar mais caro às lotas, aos mercados e às mesas das famílias açorianas.

“Este não é apenas um problema dos pescadores. Quando os custos aumentam, o pescado fica mais caro para todas as pessoas. O Governo Regional está a deixar avançar uma situação que penaliza quem trabalha no mar e quem compra peixe”, afirmou.

O presidente do PS/Açores recordou ainda que, em março, o Governo Regional anunciou três milhões de euros de apoio aos combustíveis, mas que, cinco meses depois, esse dinheiro ainda não chegou aos armadores.

“Há armadores a abastecer a crédito e já existem embarcações paradas porque deixou de ser possível suportar os custos para sair para o mar. As pescas não vivem de anúncios. Os pescadores precisam de medidas concretas e de condições para trabalhar e levar rendimento para as suas famílias”, afirmou.

Francisco César exige, por isso, que o Governo Regional pague rapidamente os apoios anunciados e encontre soluções que permitam às embarcações continuar a sair para o mar.

“O Governo não pode ficar a assistir enquanto os pescadores açorianos enfrentam custos de combustível superiores aos praticados na Madeira, os custos de produção aumentam, as dívidas se acumulam e o pescado fica mais caro para as famílias. Tem de cumprir o que prometeu e assumir as suas responsabilidades”, defendeu.

Para o presidente do PS/Açores, proteger o setor das pescas significa salvaguardar uma atividade essencial para a coesão económica e social da Região.

“Defender as pescas é defender os pescadores, a economia, o emprego e a vida de muitas das nossas ilhas”, concluiu.