Sérgio Ávila destaca solidariedade nacional com reforço de fundos financeiros para os Açores

PS Açores - 14 de janeiro

O candidato do Partido Socialista pelos Açores à Assembleia da República Sérgio Ávila considerou esta sexta-feira, em Angra do Heroísmo, que “é particularmente relevante” a atribuição aos Açores pelo Governo da República, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, de fundos comunitários “de mais de 800 milhões de euros” para fazer face aos “efeitos da COVID, do ponto de vista económico e social”, incluindo o apoio às empresas açorianas. 

Sérgio Ávila, falando à margem de uma visita a uma empresa de consultadoria e gestão, considera que esta é uma expressão da solidariedade nacional, a que se aliam outros “elementos essenciais” como o “reforço significativo” das verbas no âmbito do FEDER e do Fundo Social Europeu. Estes instrumentos financeiros, se “bem aproveitados”, poderão “elevar a Região a novos patamares de desenvolvimento”, sublinhou. 

Sérgio Ávila defendeu o reforço dos apoios às empresas açorianas, neste contexto, e manifestou também a necessidade de acompanhar a execução desses fundos, de forma a que se possa assegurar que, “com eficácia, com eficiência e com igualdade de tratamento de todos possamos desenvolver, ainda mais, a nossa Região”. 

O candidato do PS enfatizou que é “fundamental” que a Região “tenha a capacidade de aproveitar esta oportunidade única” e considerou “de particular importância” o Fundo de Capitalização das Empresas, no âmbito do qual os processos devem ser simplificados, “de forma a que chegue efetivamente e de forma rápida” às empresas. 

“Não pode a Região repetir os erros que cometeu” no âmbito das Agendas Mobilizadoras que “impediu que as empresas açorianas tivessem acesso a esses fundos essenciais no âmbito da inovação empresarial”, frisou Sérgio Ávila. 

Por outro lado, referiu, “reforçamos a necessidade de que os sistemas de incentivos à competitividade empresarial para o investimento, que não tiveram qualquer período de paragem, entre os anteriores Quadros Comunitários de Apoio, estejam disponíveis, “de forma a que as empresas tenham sempre condições de acesso a financiamento para investimentos” nesse âmbito.