PS defende oposição responsável e exige execução das medidas inscritas no orçamento municipal

PS Açores - Há 2 horas

Os deputados municipais do Partido Socialista na Assembleia Municipal de Ponta Delgada defenderam, na Assembleia Municipal Extraordinária sobre o Estado do Município, que o concelho precisa de “oposição responsável, exigência na fiscalização e compromisso com soluções concretas”, tendo sempre presente que Ponta Delgada deve ser pensada “como um concelho inteiro, com 24 freguesias, todas diferentes e todas necessárias”.

Em nome do Grupo Municipal do PS, Nuno Miranda afirmou que os socialistas “não são uma força de bloqueio, mas também não são uma força de complacência”, sublinhando que “fiscalizar não é bloquear e governar não é ignorar”.

“Entre bloquear e ignorar há um espaço de responsabilidade. É esse espaço que o PS ocupa”, afirmou Nuno Miranda, defendendo que a oposição deve ser firme, mas também “adulta” e focada no interesse do concelho.

O deputado municipal socialista recordou que o PS viabilizou o orçamento municipal “com sentido de responsabilidade”, apesar de este “não ser o orçamento do Partido Socialista”, por conter “riscos, omissões e fragilidades”. Ainda assim, salientou que o documento “ficou melhor com o contributo do PS”, através da integração de várias propostas socialistas.

“Uma proposta inscrita no orçamento não é uma nota de rodapé: é um compromisso perante os munícipes. Será na execução, não nas intenções, que este orçamento será avaliado”, frisou.

Por isso, o PS exigiu ao executivo municipal informação clara sobre o ponto de situação, calendário e grau de execução das medidas socialistas inscritas no orçamento, nomeadamente nas áreas da educação, ação social, habitação, cultura, mobilidade, ambiente, turismo, frente marítima e freguesias.

Entre as medidas, Nuno Miranda destacou a literacia motora nas escolas do 1.º ciclo, a cedência da escola centenária dos Fenais da Luz para instalação de uma creche, a criação de zonas cobertas nas entradas das EB1/JI, o Plano Municipal para a Saúde Mental e Duplo Diagnóstico, a Carta Municipal de Habitação, a valorização da antiga SINAGA, o Manual de Boas Práticas de Financiamento de Atividades Culturais, o Mapeamento dos Agentes Culturais, o Plano Anual de Dinamização do Centro Histórico, a revisão do estacionamento público, a melhoria do transporte entre freguesias e centro, a rede de carregamento de veículos elétricos e a valorização das zonas balneares.

Sobre a Capital Portuguesa da Cultura 2026, Nuno Miranda reafirmou que o PS viabilizou o projeto “não para salvar o executivo, mas para salvar o projeto”, defendendo agora acompanhamento rigoroso, transparência na gestão e avaliação do legado que ficará para Ponta Delgada.

O deputado municipal socialista deixou ainda uma mensagem aos restantes partidos da oposição, considerando que “criticar é necessário e fiscalizar é indispensável, mas a crítica fácil e o bloqueio por tacticismo político não servem Ponta Delgada”.

Para o PS, o critério deve ser simples: “isto serve ou não serve o concelho e as suas populações?”.

“O futuro de Ponta Delgada não pode ficar preso ao calendário político dos próximos meses, a anúncios, inaugurações ou polémicas efémeras. O futuro exige visão”, concluiu Nuno Miranda.

“O Partido Socialista está do lado do futuro, com responsabilidade, exigência e compromisso com Ponta Delgada e com as suas 24 freguesias”, afirmou.

Os deputados municipais do Partido Socialista na Assembleia Municipal de Ponta Delgada defenderam, na Assembleia Municipal Extraordinária sobre o Estado do Município, que o concelho precisa de “oposição responsável, exigência na fiscalização e compromisso com soluções concretas”, tendo sempre presente que Ponta Delgada deve ser pensada “como um concelho inteiro, com 24 freguesias, todas diferentes e todas necessárias”.

Em nome do Grupo Municipal do PS, Nuno Miranda afirmou que os socialistas “não são uma força de bloqueio, mas também não são uma força de complacência”, sublinhando que “fiscalizar não é bloquear e governar não é ignorar”.

“Entre bloquear e ignorar há um espaço de responsabilidade. É esse espaço que o PS ocupa”, afirmou Nuno Miranda, defendendo que a oposição deve ser firme, mas também “adulta” e focada no interesse do concelho.

O deputado municipal socialista recordou que o PS viabilizou o orçamento municipal “com sentido de responsabilidade”, apesar de este “não ser o orçamento do Partido Socialista”, por conter “riscos, omissões e fragilidades”. Ainda assim, salientou que o documento “ficou melhor com o contributo do PS”, através da integração de várias propostas socialistas.

“Uma proposta inscrita no orçamento não é uma nota de rodapé: é um compromisso perante os munícipes. Será na execução, não nas intenções, que este orçamento será avaliado”, frisou.

Por isso, o PS exigiu ao executivo municipal informação clara sobre o ponto de situação, calendário e grau de execução das medidas socialistas inscritas no orçamento, nomeadamente nas áreas da educação, ação social, habitação, cultura, mobilidade, ambiente, turismo, frente marítima e freguesias.

Entre as medidas, Nuno Miranda destacou a literacia motora nas escolas do 1.º ciclo, a cedência da escola centenária dos Fenais da Luz para instalação de uma creche, a criação de zonas cobertas nas entradas das EB1/JI, o Plano Municipal para a Saúde Mental e Duplo Diagnóstico, a Carta Municipal de Habitação, a valorização da antiga SINAGA, o Manual de Boas Práticas de Financiamento de Atividades Culturais, o Mapeamento dos Agentes Culturais, o Plano Anual de Dinamização do Centro Histórico, a revisão do estacionamento público, a melhoria do transporte entre freguesias e centro, a rede de carregamento de veículos elétricos e a valorização das zonas balneares.

Sobre a Capital Portuguesa da Cultura 2026, Nuno Miranda reafirmou que o PS viabilizou o projeto “não para salvar o executivo, mas para salvar o projeto”, defendendo agora acompanhamento rigoroso, transparência na gestão e avaliação do legado que ficará para Ponta Delgada.

O deputado municipal socialista deixou ainda uma mensagem aos restantes partidos da oposição, considerando que “criticar é necessário e fiscalizar é indispensável, mas a crítica fácil e o bloqueio por tacticismo político não servem Ponta Delgada”.

Para o PS, o critério deve ser simples: “isto serve ou não serve o concelho e as suas populações?”.

“O futuro de Ponta Delgada não pode ficar preso ao calendário político dos próximos meses, a anúncios, inaugurações ou polémicas efémeras. O futuro exige visão”, concluiu Nuno Miranda.

“O Partido Socialista está do lado do futuro, com responsabilidade, exigência e compromisso com Ponta Delgada e com as suas 24 freguesias”, afirmou.