"Defender a saúde dos Açorianos é a nossa prioridade”, garante Vasco Cordeiro

PS Açores - 14 de outubro

“Defender a saúde dos Açorianos é a nossa prioridade”, garantiu Vasco Cordeiro, assegurando que essa defesa está a ser feita no âmbito da pandemia Covid-19, mas também da “recuperação” da “prestação de cuidados” e do “funcionamento do próprio Serviço Regional de Saúde”.

O Presidente do PS/Açores referiu que, apesar de alguns resultados positivos que têm sido alcançados, é necessário responder aos “casos que ainda é preciso resolver”.

Na sequência de uma visita ao Posto de Saúde dos Arrifes, realizada esta quarta-feira, o Presidente do PS/Açores deu nota do “caminho muito significativo” que tem sido feito na Região, referindo, a título de exemplo, que nos últimos oito anos, no número de consultas houve “aumentos de mais 55%”, no número de cirurgias “de mais 80%” e que se reduziu o número de utentes sem médico de família “em mais de 60%”.

“Tudo isto é importante, mas como tenho dito, isto não diz nada a quem ainda está à espera de uma cirurgia ou de uma consulta. É aí que também temos de chegar, são esses casos que também temos de resolver”, afirmou Vasco Cordeiro. Tal como foi destacado durante a apresentação do Programa Eleitoral, o PS/Açores tem propostas concretas, responsáveis e exequíveis para o setor da saúde. A proposta do “Hospital digital, da saúde digital” é uma das medidas para permitir “um mais rápido acesso” e possibilitar “uma prestação de cuidados cada vez mais atempada”.

O Presidente do PS/Açores destacou, ainda, o reforço de recursos humanos e lembrou que “até julho deste ano, já foram contratados mais de 370 profissionais de saúde” e que, entre 2008 e 2012, houve “um crescimento de profissionais de saúde na ordem dos 13 a 16%, nos recursos humanos do Serviço Regional de Saúde”. Quanto aos meios financeiros, Vasco Cordeiro sublinhou que o Orçamento do Serviço Regional de Saúde já foi reforçado “em mais 95 milhões de euros”, este ano.

O líder socialista e candidato a Presidente do Governo recordou que durante cerca de quatro meses “a prestação de cuidados de saúde, e todo um conjunto de atividade associadas, foi seriamente condicionada”, mas assegurou que há um “esforço de recuperação que está a ser desenvolvido”.

Os resultados desse esforço permitiram, por exemplo, registar  “um ligeiro acréscimo em termos de consultas médicas não urgentes”, quando se compara, setembro de 2020 com agosto/setembro de 2019, mas como noutras áreas se registaram atrasos, é preciso “recuperar, com o objetivo de finalizarmos 2020 aproximadamente com a mesma produção que tínhamos em 2019”.